Samurai Shodown, uma resenha. Por Pedro Zambarda

Texto aqui enquanto o Drops de Jogos segue em reforma.

A versão de 2019 de Samurai Shodown, rodando em Unreal 4, chegou ao mercado em 25 de junho. O Drops de Jogos/PopGeeks conseguiu testar o game e traz aqui as suas impressões.

Para os fãs de SNK e da versão original do game de 1993, o título é uma bela homenagem que traz personagens icônicos como Hanzo Hattori e Haohmaru. O estilo da arte e a movimentação 2D dos personagens no 3D lembra como a série Street Fighter foi retomada a partir do IV e do V. Num mercado que está resgatando e colocando clássicos de luta como Mortal Kombat num EVO, estava faltando quem revitalizasse essa obra da SNK. A Athlon Games ajudou nessa missão.

O enredo do game é considerado um reboot, mas se situa na timeline entre o game inicial de 93 e o Samurai Shodown V. O gameplay permite que o jogador emende combos, mas o sistema de counters torna o título competitivo para quem realmente domina os comandos. Há um certo desbalanceamento entre os lutadores, considerando o golpe forte de Yoshitora Tokugawa ou o counter de Jubei Yagyu.

E as falhas técnicas não ficam apenas nesses detalhes. O menu do game pode ser um pouco desagradável e poluído de se utilizar. Para quem quer começar logo a jogar, isso pode acabar tirando um pouco da vontade envolvendo o game.

Mesmo assim, se você é fã de SNK e passou horas apreciando Samurai quando era mais novo, esse é sim um título obrigatório para se revisitar em sua nova versão. Se ele pegar, o que a gente pode esperar são futuros títulos que corrijam eventuais erros deste.

Notas

Gráficos: 9
Jogabilidade: 8
Som: 8,5
Replay: 8
Nota final: 8,37

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